E logo eu que sempre quis ser perfeita
Vejo pequenas falhas camufladas
E logo eu que sempre quis correr livre
Percebo o caminho se estreitando
E logo eu que sempre quis gritar
Descubro que é no silêncio que posso ser feliz
E logo eu que sempre quis… Quis… Quis…
Prefiro agora não querer…
Apenas deixar ser, sentir, fluir…
Amor incondicional de/para/em Ti
Uma consciência exata do que é Vida.
Luz não-discrepante…
O meu conforto e descanso…
Em notas nunca dissonantes.
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“Já passou pela sua cabeça que eu esteja orgulhoso de que você tenha aceitado o dom da fé que lhe ofereci? Orgulhoso de que você me tenha escolhido livremente, depois que eu o escolhi, como seu amigo e Senhor? Orgulhoso de que com todas as suas rugas e verrugas você não desistiu? Orgulhoso de que você confie em mim o bastante para tentar, vez após outra? Você faz idéia de quanto eu valorizo o fato de você me querer? Quero que você saiba quanto sou grato quando você pára para sorrir e confortar uma criança perdida. Sou grato pelas horas que você dedica para aprender mais a meu respeito; pela palavra de encorajamento que você ofereceu ao seu surrado pastor, por sua visita ao confinado, por suas lágrimas pelo retardado. O que você fez a eles, fez a mim. Minha tristeza é quando você não crê que o perdoei totalmente, ou quando você não se sente à vontade para aproximar-se de mim.” MANNING, Brennan. O Evangelho Maltrapilho. P 153-154.
Fantástico, não?
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