Pequenina e quieta…
Em minha caixinha branca,
Repleta de cascalhos e coisinhas sem importância,
Meu coração bate fraco,
Uma…duas…três vezes.
A vida o preenche de novo…
Entra pela estreita escada egocêntrica,
Passa pela fina fenda flamejante,
Até alcançar a grande gota giratória.
Então, tudo faz sentido, agora…
Seu dissabor alimentado pelo meu eterno amor,
Minha dança conduziada pelo reverso dos seus passos…
Em traços contínuos não-retos -
O meu primeiro trajeto de luzes bordadas.