[ minha caixinha branca ]
Pequenina e quieta…
Em minha caixinha branca,
Repleta de cascalhos e coisinhas sem importância,
Meu coração bate fraco,
Uma…duas…três vezes.
A vida o preenche de novo…
Entra pela estreita escada egocêntrica,
Passa pela fina fenda flamejante,
Até alcançar a grande gota giratória.
Então, tudo faz sentido, agora…
Seu dissabor alimentado pelo meu eterno amor,
Minha dança conduziada pelo reverso dos seus passos…
Em traços contínuos não-retos -
O meu primeiro trajeto de luzes bordadas.
Junho 24, 2008 às 1:35 am
aeaeaeaeaaeaeeaea , eu tb tenho ahahahahaaah bjs.
Junho 24, 2008 às 1:35 am
oooooooommmmmmmmmm
gostei q só ^.^
entao a profecia nao se cumpriu, obaaaaaa
Junho 24, 2008 às 3:41 am
é muito bom ter você de volta adorei sua poesia e precisava e preciso de você sempre aqui
É muito bom Ve-la de novo a escrever, é na escrita que nosso coração chora, grita, arde, renasce e se manifesta. continue!
Obigado por voltar!
Junho 24, 2008 às 12:10 pm
Um poema otimista! É isso aí, vamos que vamos!
Seja bem-vinda de volta!
Sentimos a sua falta.
Beijos.
Junho 24, 2008 às 8:09 pm
poxa, que coisa bonita. gostei. e gostei de vc ter voltado tb.
beijo-beijo!
Junho 24, 2008 às 10:18 pm
É impressionante como sempre acho que seus poemas tem a ver comigo (com o que to vivendo)… sempre!
bjssss
Junho 25, 2008 às 9:23 pm
liindo ;]
Julho 1, 2008 às 1:07 pm
Ubaaaa tem gente de volta!! Pela poesia está com tudo em cima para volta.
Bem vinda novamente!!!!
Bju