Arquivo para Setembro, 2008

[ amizade ]

Postado em Blablabla em Setembro 25, 2008 por Gleice Couto

Amizade.

Palavrinha que ficou na minha cabeça essa semana. Entre agradáveis surpresas e desapontamentos já previstos, não consegui escrever nada a respeito. Cito, porém, dois autores que conseguiram se expressar por mim…

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“Não é amigo aquele que alardeia a amizade: é traficante; a amizade sente-se, não se diz.”
[ Machado de Assis ]

Pois é, não senti.

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Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias…
[ Fernando Pessoa ]

Realmente, como tento ser.

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[ Pensando seriamente na minha novela/conto/roteiro. Ok, acho que, primeiro, ainda tenho que definir o gênero. rs ]

[ Apesar de nada... Faz-se o Tudo ]

Postado em Blablabla em Setembro 21, 2008 por Gleice Couto

Hoje Deus falou comigo. Não deve ter sido a primeira vez, claro. Mas, sinceramente, acho que foi a primeira vez que O escutei. Creio que Ele deveria estar gritando pra eu ouví-lo faz muito tempo, mas eu estava tão ocupada com sentidos externos que sequer escutava o Seu zumbido, nem mesmo ao longe.

Mas então hoje, tudo aconteceu muito claramente, e de um jeito que Ele sabia que somente assim eu realmente acreditaria que era Ele falando (sim, Ele conhece muito bem o meu ceticismo com ‘achismos’ e afins). Não somente foi confirmado uma vez, mas quatro vezes. É, Ele estava berrando praticamente, com um letreiro com sirenes e luzes de neon para chamar a minha atenção para o que Ele queria me dizer. Devo ser importante mesmo pra Ele agir assim, não? Devo ser…

O fato é que, das 1.547 dúvidas e inquietações que tenho, agora me restam 1.546. Isso é um avanço e estou feliz com ele. Sei que estou onde devo estar. Pois apesar de achar que não, estou produzindo frutos por meio de Sua graça sustentadora. Apesar de vacilar em certos momentos na minha fé, eu creio que Ele É. Apesar de nada… Faz-se o Tudo. Isso não é o máximo?

Você pode não ter entendido, mas isso fez toda a diferença para mim hoje. :)

[ Is 45:1-7 ; Jo 15:1-17 ]

[ piadas matemáticas ]

Postado em Blablabla em Setembro 15, 2008 por Gleice Couto

Gleice diz:
cara, acho q ano q vem faço outra faculdade…
Bel diz:
pô, legal… qual?
Gleice diz:
acho q administração. mais pratico…sempre estive nessa área msm…vamos ver se gosto…
Bel diz:
é
Gleice diz:
se bem que ACHO q não vou gostar. tem mt matematica. mas vou tentar kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Bel diz:
pô. mas vc entende piada de matemática…
Gleice diz:
UHAUHAHHUAUHAUHAHUAHUHUA vdd, bel

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Ok, vou contar as piadas as quais a Bel se refere. [ XD ]

- Qual o animal que tem entre 3 e 4 olhos?
- O que o MMC fazia na escada?

Respostas abaixo…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

- Pi-olho. [ 3,4. sacas? Ham? Ham? ]
- Esperava o MDC! [Mínimo Múltiplo Comum e Máximo Divisor Comum, lembram-se? Ham? Ham?]

[ saída de emergência ]

Postado em Blablabla em Setembro 7, 2008 por Gleice Couto

A saída de emergência nem sempre é no lugar mais conveniente, não concorda?

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[ o essencial ]

Postado em Poesias em Setembro 4, 2008 por Gleice Couto

Pegue meus sentimentos e os transforme,
Pegue minha vida e a reorganize,
Pegue o que me pertence e faça com que seja seu –
Entrego o essencial em suas mãos: eu.
E, então, estabeleça vínculos enquanto novas faces se aproximam
E ásperas intenções dançam diante de seus olhos –
Quem sabe, assim, a privação de objetos sólidos
Desfaleçam o que é abstrato?
Mas afinal, o que busco?
Distante e extenso…
O sentido do meu excesso de cores, sons e aromas…
A colisão do meu realismo não-intenso…
O fragmento do seu onírico pseudo-fruto…
Novamente, eu – repartida em expectativas furtivas.

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