Amizade.
Palavrinha que ficou na minha cabeça essa semana. Entre agradáveis surpresas e desapontamentos já previstos, não consegui escrever nada a respeito. Cito, porém, dois autores que conseguiram se expressar por mim…
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“Não é amigo aquele que alardeia a amizade: é traficante; a amizade sente-se, não se diz.”
[ Machado de Assis ]
Pois é, não senti.
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Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias…
[ Fernando Pessoa ]
Realmente, como tento ser.
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[ Pensando seriamente na minha novela/conto/roteiro. Ok, acho que, primeiro, ainda tenho que definir o gênero. rs ]