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Postado em Blablabla, Poesias em Julho 7, 2009 por Gleice Couto[ corpo-página ]
Postado em Poesias em Junho 21, 2009 por Gleice CoutoNão espere por mim,
Estou esmaecendo.
O ânimo se foi com as cores –
Branco que era vermelho, mas que já fora rosa.
E cada expressão que faço ganhar vida é uma crítica –
Nunca controlei o modo como elas nascem,
Sempre cruzando a sutil margem do que posso, devo e faço…
Pergunto –
Por que, se já sabe a resposta que vai ter?
Estou aberta a consultas,
Pegue o livro e me folheie – não há nada mais a esconder nas entrelinhas.
Seus olhos já desnudaram cada parte-palavra do meu corpo-página,
Agrediram cada sentimento-letra da minha boca-texto.
E todo barulho invade minha mente fútil
Como sinos intermitentes… Delirantes…
Realidades virtuais que fazem sentido nesse exato momento:
O meu instante ilusório camuflado por loucura sadia,
Meu carrossel particular de emoções.
Excesso de boas intenções,
Prazeres inconsistentes,
Pressão exaustiva.
E boom!
Estoura!
[ significar novamente ]
Postado em Poesias em Maio 16, 2009 por Gleice CoutoDepois de terminar,
Irei ao ponto de partida
Tentar voltar antes que os acertos dêem errado.
Antes que demore,
Irei até onde parei
Tentar recomeçar com boas memórias.
E, então, os espinhos ao redor secarão,
Minhas eloqüentes fobias abandonarão a casa
E se mudarão para longe –
Nem a claridade refletida como espelho as alcançará.
E, então, quando as palavras cessarem,
Perderem a semântica, ficarei em silêncio
E somente ouvirei as leves batidas fora de compasso –
Pressentindo que é tempo de significar novamente.
[ o começo ]
Postado em Poesias em Abril 20, 2009 por Gleice CoutoEncontro-me no fim, pois é onde
… começo –
excesso…
tortuoso sem
… desfecho.
Eixo…
perpendicular à luz que escrevo em sombra cinza de caricatura
… minha.
Linhas…
armazenadas na gaveta junto a novelos de lã, onde esquento meu
… pensamento –
alimento…
incessante do meu contexto, com texto, com
… poesia.
Cortesia…
… apenas.
Pequenas…
invenções elaboradas ao acaso, que não representam meus gestos, seus
… afetos –
métodos…
científicos em fórmula desconexa, ausente de símbolos e valores.
[ glorioso reinado ]
Postado em Poesias em Abril 13, 2009 por Gleice CoutoNão posso fitar os seus olhos
Não posso tocar os seus pés
Não ainda…
Então, desligo o interruptor
Sinto sua luz
Vermelha…
Verde…
Violeta…
Branco… O meu pranto
Sem lágrimas
O aroma doce
Ao longe, todas as flores
Alegria infinita
Súbita…
Úmida…
Mas não muda…
O louvor dos servos
No Glorioso Reinado
Em novos céus
Em nova terra
A nossa espera…
Desconhecida
Pela vida eterna
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[ pra fechar o baú com chave de ouro. ;o) ]